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  • Foto do escritorAndré Habib

A importância da automação na indústria e setores produtivos


Desde sempre o homem busca maneiras mais simples, rápidas e precisas de realizar o trabalho. Isso pode ser visto no desenvolvimento e criação de ferramentas na idade da pedra, passando por diversas outras invenções e culminando na revolução industrial, grande marco de onde as máquinas entraram de vez como substitutas ao trabalho do homem. Com ela, veio a produção em massa, a linha de produção e mais tantos outros conceitos que são parte do nosso dia a dia. Como evolução natural do uso de tecnologias e novos conhecimentos para melhorar o método de trabalho que temos a automação, que vai desde níveis industriais até as recentes aplicações em residências e controlam acendimento de luzes e tudo mais que se pode imaginar via tablets ou smartphones. Mas se para o nicho residencial é uma novidade e usada ainda por poucos, na indústria é impossível viver sem ela. Pense em uma linha de produção de carros, por exemplo, onde os carros são feitos manualmente, sendo as pessoas responsáveis por tudo: montagem do motor, moldagem da parte externa, pintura, enfim, tudo. Mesmo que cada um fosse responsável por uma parte, fazer isso artesanalmente demoraria um tempo absurdo, que não combina com o ritmo de produção que é exigido hoje. Daí o uso de máquinas para não apenas agilizar esse processo, mas também faze-lo com mais precisão e segurança. Os níveis de produção aumentam e assim é possível suprir melhor o mercado; e isso em todo tipo de negócio, desde o setor automobilístico que usamos de exemplo, passando pelo setor químico, siderúrgico e alimentício, incluindo aqui as atividades agrícolas, que usam de coletores automáticos e mais uma infinidade de vantagens e tecnologias que ajudam a melhorar a produção e distribuição. Uma coisa é fato: o conceito de automação industrial veio para ficar e a tendência é se desenvolver cada vez mais e em mais áreas. Não acompanhar isso poderá ser prejudicial para quem trabalha com grandes quantidades e grandes esquemas de produção; assim, estar alinhado com o que há de novo e com as práticas mais usadas vale a pena para não ficar para trás. Fonte: Imagem

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