O crescimento da energia elétrica renovável no Brasil


fontes de energia elétrica no Brasil clicando nesse link, nossas principais fontes de energia elétrica são:

  1. Hidráulica: gerada a partir da água dos rios convertida em energia cinética e depois em energia elétrica;

  2. Solar: gerada através de painéis com placas que captam a energia do sol;

  3. Eólica: gerada a partir do movimento giratório provocado pelos ventos em hélices gigantes estrategicamente instaladas;

  4. Biomassa: originada a partir do processamento de matéria orgânica em usinas especiais;

  5. Nuclear: originada a partir da desintegração (divisão do urânio);

  6. Geotérmica: gerada a partir do magma da crosta terrestre também processado em usinas especiais;

  7. Gravitacional ou das marés: gerada a partir do movimento das águas oceânicas de acordo com as marés e;

  8.  Fóssil: originada a partir dos materiais orgânicos acumulados no subsolo terrestre por milhares de anos.

A boa notícia é que, de acordo com o BEN (Balanço Energético Nacional), que é elaborado e divulgado pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), em 2015, a capacidade total instalada de geração de energia elétrica no Brasil chegou a 140.858 Megawatts (MW), o que representou um aumento de 6.945 MW em relação ao ano anterior. Sobre esse total, as contribuições das fontes de energia foram: hidrelétricas: 35,4%, térmicas: 25%, eólicas e solares: 39,6%. Olhando esses dados, chegamos a conclusão de que o país conta cada vez mais com uma matriz elétrica mais limpa, ou seja, um tipo de energia que não libera durante o seu processo de produção, resíduos ou gases poluentes que incrementam o efeito estufa e, consequentemente o aquecimento global. Para se ter uma ideia, a energia eólica por exemplo, alcançou 21.626 GWh (Gigawatts-hora) em 2015, o que representou um aumento de 77,1% em relação ao ano anterior. Nesse mesmo ano, a potência instalada para geração eólica no país cresceu 56% e 40% para a energia solar. Antes de 2015, as informações sobre a energia solar apareciam no BEN como “Outras Renováveis”, mas ações regulatórias deram impulso à micro e mini geração distribuída de energia e, desse jeito, esses dados passaram a ser apresentados de forma “independente”.

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