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  • Foto do escritorAndré Habib

Erros comuns em testes de eletricidade


Em qualquer que seja o trabalho, o quesito pressão é sempre um complicador. Vejamos por exemplo o caso de muitos caminhoneiros que, pressionados para entregar a carga no dia e horário prometidos, acabam por dirigir por mais horas do que normalmente conseguiriam e, geralmente, conseguem essa suposta resistência através do uso de medicamentos que interferem na capacidade de mante-los acordados. Grande é a quantidade de trabalhos arriscados que poderíamos listar nesse artigo, porém a nossa ideia é falar sobre alguns erros cometidos por profissionais que trabalham em uma das atividades mais arriscadas que conhecemos que é a atividade de eletricista (para usarmos um termos mais genérico e popular). Mesmo sabendo do risco que correm, muitas vezes (e outras não…) por causa da pressão, muitos profissionais insistem em cometer erros, os quais vamos citar e comentar logo a seguir:

Usar fusível mais barato no multímetro

Mesmo em tempos de crise, não cometa o erro de, ao precisar trocar o fusível do seu multímetro, o faze-lo por um mais barato e correr o risco de o mesmo não estourar antes de sobrecarga alcançar as suas mão, assim como acontece com os fusíveis originais.

Usar multímetros incorretos

Verifique se o multímetro que você está usando está classificado na categoria do trabalho que você está realizando. Se não estiver, fique atento para usar o equipamento correto para cada tipo de trabalho, mesmo que isso implique em trocar de multímetro várias vezes durante uma tarefa.

Usar um equipamento mais barato

Assim como alertamos no primeiro item dessa lista (usar fusível mais barato no multímetro), comprar um multímetro mais barato pode, com perdão do trocadilho, custar caro, uma vez que o mesmo pode não apresentar a segurança prometida em suas especificações.

Ignorar os equipamentos de segurança

Óculos, luvas de proteção e roupas à prova de fogo, foram feitos para ser usados, portanto, ignora-los é prova completa de negligência que pode trazer consequências bem sérias.

Manter as mãos no teste

Ao invés de segurar o teste com as duas mãos, procure algum lugar em que possa apoia-lo ou pendura-lo, a fim de evitar que, segurando-os com as duas mãos, crie a possibilidade de fechar um circuito ao longo do tórax que certamente afetará o seu coração.

Não atualizar a ferramenta de teste

Todos sabemos o quanto a tecnologia evolui rapidamente e a cada atualização de equipamento, novos recursos são incorporados principalmente no que diz respeito a segurança. Desse jeito, insistir em passar anos usando o mesmo equipamento é uma bobagem, uma vez que atualiza-lo irá, certamente, poupa-lo de outras “dores de cabeça”

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